havia mentalizado um retorno digno de vaias de emoções à flor da pele. pensei em diversos nomes, coisas profundas, coisas mundanas, carnais, intelectuais, reflexivas, refletores, brilhos, lantejoulas, crianças sorrindo, mãos se unindo, rosas, jardins, barneys felizes, 1/4 de cara estourando no contraste, a paz mundial. já havia escolhido o nome quando, coincidentemente, saindo para comprar o pão de cada dia caminhando pelas vias mais soturnas pé na cova dos interiores empoeirados desta província baiana, topei num desnível da calçada machucando quatro dos meus cinco dedos do pé esquerdo. uma luz negra surgiu, o céu se abriu, gnomos gritaram: dedo podre.
3 respostas Até agora ↓
Laurinha // 26/06/2008 às 4:09 am |
a coisa so flui quando tem um proposito…
adorei a historinha que deu o nome.
poe polvidine, sara logo…
=D
=**
Marcela // 26/06/2008 às 4:29 am |
eu fui escrever meu nome, mas todos os dados já estavam aqui. às vezes a internet me dá medo.
Bai // 27/06/2008 às 2:27 am |
barneys sorrindo… hahaha. adorei, olie. texto bom é aquele em que as palavras são capazes de serem transpostas em imagens, pela imaginação. imaginei a luz negra e tudo o mais.